26/03/2011 - 05h58
Por Assessoria de Comunicação SESAPI - secsaudepi@gmail.com

Saúde monitora casos de meningite no Piauí

A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal

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A Secretária Estadual da Saúde está monitorando os casos de meningite em todo o Piauí. Em 2011 já são 36 casos notificados da doença. Quase todos, 27, na capital Teresina.
 
A meningite é uma doença que consiste na inflamação das meninges – membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada, principalmente, por vírus ou bactérias. O quadro das meningites virais é mais leve e seus sintomas se assemelham aos da gripe e resfriados.
 
Entretanto, a bacteriana – causada principalmente pelos meningococos, pneumococos ou hemófilos – é altamente contagiosa e geralmente grave, sendo a doença meningocócica a mais séria.
 
“Teresina normalmente registra um maior número de casos por conta da maior aglomeração de pessoas”, afirma a coordenadora de epidemiologia da Secretaria de Saúde, Amélia Costa.
 
Ano passado foram notificados 468 casos no Piauí. Destes, 443 foram confirmados, sendo 253 só em Teresina. Morreram vítimas da doença 35 pessoas. De acordo com Amélia Costa, 265 casos foram de meningite viral, outros 154 não puderam ser especificados.
 
“Isso por conta da automedicação. Os antibióticos que as pessoas compram na farmácia mascaram o agente causador da doença. Existe antibiótico próprio para a meningite”, informa Amélia.
 
Sobre o tipo mais grave da doença, a meningocócica, apenas sete casos foram registrados no Piauí em 2010. “Vacinação para este tipo da doença só quando há surto. Após reconhecer a situação, o Ministério da Saúde envia as vacinas, o que não é o caso do Piauí”, afirma.
 
A transmissão da meningite se dá pelo contato da saliva ou gotículas de saliva da pessoa doente com os órgãos respiratórios de um indivíduo saudável, levando a bactéria para o sistema circulatório aproximadamente cinco dias após o contágio. Como crianças de até 6 anos de idade ainda não têm seus sistemas imunológicos completamente consolidados, são elas as mais vulneráveis. Idosos e imunodeprimidos também fazem parte do grupo de maior suscetibilidade.
 
Amélia Costa recomenda que as pessoas evitem lugares com grande aglomeração principalmente se estiverem com crianças. “É o modo mais simples de evitar a doença. Por que ela aparece mais no inverno? Por que nessa época, por conta das chuvas, as pessoas tendem a se aglomerar mais. Os cuidados devem ser redobrados com as crianças”, explica.

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